Tô arrumando as gavetas,
mas sem pretensões de revirar o mundo...
Quero só encontrar a mim mesma no fundo do baú.
Mas não quero ser encontrada,
tô fugindo de esbarros, encontrões são dolorosos,
prefiro um dia de sol na área de casa, sozinha.
Tô ajeitando meus sonhos,
já quis ser astronauta, fazer gastronomia, escritora,
mas sem pretensões de ser cantora (só de banheiro),
me descobri historiadora e foi um bom sonho,
mas não me definiu, agora decidi por ser decoradora...
O que talvez explique essas arrumações.
Tô aceitando os meus defeitos,
e até reconhecendo, sem falsa modéstia, as minhas qualidades,
não me amei a primeira vista, nem na segunda ou terceira,
precisei me magoar para aprender que importo.
Tô costurando os meus rasgões,
o vento gelado não tem mais lugar no meu peito,
ora faço um bordado, em outra uma tela,
tô decorando minhas paredes com fotos e aquarelas...
Tô descobrindo minha força,
e aprendendo a dizer não, exercício difícil de fazer,
mas aprendi a olhar, não só como fotógrafa ou pintora,
mas como uma mulher de certas opiniões...
Tô aprendendo a me calar, se escuto me surpreendo,
mas externo os meus pontos de vista,
ainda que prefira os diálogos internos...
Tô vivendo e não brincando,
embora me divirta em viver,
no limite de um tempo em que recomeço,
aprendi que o melhor tempo é o que olho para dentro e sorrio...
mas sem pretensões de revirar o mundo...
Quero só encontrar a mim mesma no fundo do baú.
Mas não quero ser encontrada,
tô fugindo de esbarros, encontrões são dolorosos,
prefiro um dia de sol na área de casa, sozinha.
Tô ajeitando meus sonhos,
já quis ser astronauta, fazer gastronomia, escritora,
mas sem pretensões de ser cantora (só de banheiro),
me descobri historiadora e foi um bom sonho,
mas não me definiu, agora decidi por ser decoradora...
O que talvez explique essas arrumações.
Tô aceitando os meus defeitos,
e até reconhecendo, sem falsa modéstia, as minhas qualidades,
não me amei a primeira vista, nem na segunda ou terceira,
precisei me magoar para aprender que importo.
Tô costurando os meus rasgões,
o vento gelado não tem mais lugar no meu peito,
ora faço um bordado, em outra uma tela,
tô decorando minhas paredes com fotos e aquarelas...
Tô descobrindo minha força,
e aprendendo a dizer não, exercício difícil de fazer,
mas aprendi a olhar, não só como fotógrafa ou pintora,
mas como uma mulher de certas opiniões...
Tô aprendendo a me calar, se escuto me surpreendo,
mas externo os meus pontos de vista,
ainda que prefira os diálogos internos...
Tô vivendo e não brincando,
embora me divirta em viver,
no limite de um tempo em que recomeço,
aprendi que o melhor tempo é o que olho para dentro e sorrio...
Nenhum comentário:
Postar um comentário